O Ceará deve registrar 3.250 novos casos de câncer de mama em 2026, sendo 1.200 em Fortaleza, segundo estimativas do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Além da mamografia, a prevenção envolve avaliação clínica e análise do histórico familiar, que podem ajudar a identificar fatores de risco e orientar o acompanhamento de cada mulher.

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Segundo a médica geneticista Clarissa Picanço, da Rede ICC Saúde, a investigação genética pode contribuir para identificar predisposições hereditárias em casos específicos. De acordo com o Inca, entre 5% e 10% dos casos de câncer de mama têm caráter hereditário. A indicação de testes depende da avaliação individual, considerando o histórico clínico e familiar.

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O Ministério da Saúde recomenda mamografia de rastreamento a cada dois anos para mulheres de 50 a 74 anos. Para pessoas com risco elevado, a estratégia deve ser individualizada. A identificação precoce de alterações e o acompanhamento especializado são importantes para orientar a investigação e o tratamento.